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sábado, 3 de maio de 2014



As bodas (Mt 22.1-14)


Então Jesus tornou a falar-lhes por parábolas, dizendo:
O reino dos céus é semelhante a um rei, que celebrou as bodas de seu filho.
Enviou os seus servos a chamar os convidados para a festa, e estes não quiseram vir.
Enviou ainda outros servos com este recado: Dizei aos convidados: Tenho já preparado o meu banquete; as minhas reses e os meus cevados estão mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas.
Mas eles não fizeram caso e foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;
e os outros, agarrando os servos, os ultrajaram e mataram.
Irou-se o rei, e mandou as suas tropas exterminar aqueles assassinos e incendiar a sua cidade.
Então disse aos servos: As bodas estão preparadas, mas os convidados não eram dignos;
ide, pois, às encruzilhadas dos caminhos e chamai para as bodas a quantos encontrardes.
Indo aqueles servos pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala nupcial ficou cheia de convivas.
Mas entrando o rei para ver os convivas, notou ali um homem que não trajava veste nupcial,
e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? Ele, porém, emudeceu.
Então o rei disse aos servos: Atai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá o choro e o ranger de dentes.
Pois muitos são chamados, mas poucos escolhidos.
Mateus 22:1-14





























sexta-feira, 2 de maio de 2014


O amigo importuno (Lc 11.5-8)

Disse-lhes também: Se um de vós tiver um amigo, e se for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães,
pois que um amigo meu, estando em viagem, chegou a minha casa, e não tenho o que lhe oferecer;
e se ele, de dentro, responder: Não me incomodes; já está a porta fechada, e os meus filhos estão comigo na cama; não posso levantar-me para te atender;
digo-vos que, ainda que se levante para lhos dar por ser seu amigo, todavia, por causa da sua importunação, se levantará e lhe dará quantos pães ele precisar.
Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á;
pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á.
E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?
Lucas 11:5-11








quinta-feira, 1 de maio de 2014



O administrador desonesto (Lc 16.1-9)




1 Dizia Jesus também aos seus discípulos: Havia certo homem rico, que tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de estar dissipando os seus bens.
2 Chamou-o, então, e lhe disse: Que é isso que ouço dizer de ti? Presta contas da tua mordomia; porque já não podes mais ser meu mordomo.
3 Disse, pois, o mordomo consigo: Que hei de fazer, já que o meu senhor me tira a mordomia? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha.
4 Agora sei o que vou fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas.
5 E chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, perguntou ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor?
6 Respondeu ele: Cem cados de azeite. Disse-lhe então: Toma a tua conta, senta-te depressa e escreve cinqüenta.
7 Perguntou depois a outro: E tu, quanto deves? Respondeu ele: Cem coros de trigo. E disse-lhe: Toma a tua conta e escreve oitenta.
8 E louvou aquele senhor ao injusto mordomo por haver procedido com sagacidade; porque os filhos deste mundo são mais sagazes para com a sua geração do que os filhos da luz.
9 Eu vos digo ainda: Granjeai amigos por meio das riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos.

O que é Honestidade:

                                                    
Honestidade, é uma qualidade de ser verdadeiro;não mentir, não fraudar, não enganar. A honestidade é a honra, uma  qualidade da pessoa, ou de uma instituição, significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo que é honesto repudia a malandragem a esperteza de querer levar vantagem em tudo.









terça-feira, 29 de abril de 2014



Pagamento do ImpostoMateus 17.24-27

E, chegando eles a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as dracmas, e disseram: O vosso mestre não paga as dracmas?
Disse ele: Sim. E, entrando em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Que te parece, Simão? De quem cobram os reis da terra os tributos, ou o censo? Dos seus filhos, ou dos alheios?
Disse-lhe Pedro: Dos alheios. Disse-lhe Jesus: Logo, estão livres os filhos.
Mas, para que os não escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por mim e por ti.

Mateus 17:24-27